todas as obras de arte são indistinguíveis



Sou uma pessoa fria, que pensa demais e sente de menos. 
Detesto sinceridade inconveniente, falo sozinha e  sou pouco exigente. 
Gosto do frio e da chuva do inverno, não gosto de praia e o fim-de-semana aborrece-me. 
Quero conquistar o meu mundo de uma forma fugaz, sonho ser reconhecida por alguma coisa e desejo morrer tranquilamente.
As vezes tenho vontade de extraditar meio mundo, há momento que a minha melhor companhia sou mesmo eu, e a solidão por vezes torna-se uma necessidade.
Assumo-me uma pessoa demasiado observadora, demasiado racional, demasiado desapegada, demasiado vazia.
E sim, eu confesso, o meu sorriso é uma protecção, a escrita é uma fuga, a frieza é uma defesa e a preocupação é um trunfo.

10 comentários:

  1. identifiquei-me muito com o que escreveste, beijinho querida (:

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  2. É na diferença que se encontra as coisas mais verdadeiras e sabes porquê? Porque não há imitações, falsas noções e papeis encenados.

    Gostei bastante. Um beijinho Inês :)

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  3. Gostei muito! :)

    r: obrigada :b

    Beijinhos ^^

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  4. Venho divulgar o passatempo que está a decorrer no meu blog, se quiseres participar: MEGA GIVEAWAY

    obrigada :)

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  5. És tu mesma e isso é que interessa.
    Tens que melhorar numas coisas e piorar noutras, como todos nós. :)

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  6. A normalidade torna-se banal e chateia.
    Beijinho*

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