A hora da verdade



E o que é que se faz quando temos uma arma na mão e um Serial Killer a nossa frente, que matou a pessoa que mais amávamos na vida?
Ontem percebi que nem tudo o que defendo seria capaz de cumprir, pois na hora da verdade tudo muda e só a emoção nos comanda. A dor e a revolta é tanta que parece que só premindo o gatinho nos podemos libertar, de parte, do sofrimento. Adormeci esta noite, com este filme na cabeça (Se7en - Os Sete Pecados Mortais), assustada comigo mesma ao perceber que numa situação como esta eu teria, muito possivelmente, agido como o Mills: EU DISPARAVA!

6 comentários:

  1. Esse filme é perturbador... mas, sem dúvida nenhuma que, contra tudo o que defendo, numa situação daquelas eu disparava! Sem dó nem piedade.

    Beijinho *

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  2. Acredita que não podemos defender que jamais mataríamos alguém, que jamais seriamos agressivos, jamais iríamos ser maus. A vida é feita de instantes e aqueles que mais amamos fazem de nós lutadores, protectores daquilo que temos, daquilo que nos faz feliz. Não é socialização é basicamente instinto. Gostei mesmo muito deste teu post e espero que este ano te traga tudo o que mais desejas, que jamais desistas do que verdadeiramente queres e que sonhes bastante. Um Beijo :)*

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  3. Nunca vi este filme mas fikei cheia com curiosidade.bj

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  4. Nunca vi este filme mas fiquei cheia com curiosidade. ²
    Beijos.

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  5. É mesmo bom, minha linda, e não consigo deixar de a ouvir, mas... lembra alguém que, supostamente, deveria esquecer... enfim! Falta-me o tal interruptor... :x

    *

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  6. Agora disseste tudo... é isso mesmo! Aliás, só me deixa de coração apertadinho porque tenho saudades...

    Obrigada pelo carinho. :)
    Beijinho *

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